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Polícia conclui inquérito e decide não indiciar padre acusado de intolerância religiosa por fala sobre Preta Gil

Portal BR230 by Portal BR230
11 de novembro de 2025
in Paraíba
Polícia conclui inquérito e decide não indiciar padre acusado de intolerância religiosa por fala sobre Preta Gil
 
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PARAÍBA.COM.BR

A Polícia Civil da Paraíba concluiu, nessa segunda-feira (10), o inquérito que investigava o padre Danilo César, da Paróquia de Areial, por intolerância religiosa. O caso ganhou repercussão nacional após declarações feitas durante uma missa, em julho.

Após analisar os depoimentos e o conteúdo das falas, os investigadores decidiram não indiciar o sacerdote, entendendo que sua conduta não se enquadra nos crimes previstos pela legislação penal.

Entenda o caso

O episódio ocorreu em 27 de julho, durante uma homilia transmitida ao vivo pelo canal da Paróquia São José, em Areial. O vídeo foi retirado do ar logo após a grande repercussão nas redes sociais.

Durante a celebração, o padre mencionou a morte da cantora Preta Gil, vítima de câncer colorretal nos Estados Unidos, e associou a fé da artista em religiões de matriz afro-indígena à morte e ao sofrimento.

“Eu peço saúde, mas não alcanço saúde, é porque Deus sabe o que faz (…). Como é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás, cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?”, disse o padre durante a missa.

Repercussão e medidas judiciais

As declarações geraram forte reação pública. Entidades religiosas e civis repudiaram as falas e pediram investigação. Em 1º de agosto, a associação que registrou o boletim de ocorrência divulgou nota defendendo a apuração dos fatos, mas repudiando qualquer ato de violência ou represália contra o padre.

Paralelamente, Gilberto Gil ingressou com uma ação por danos morais contra o padre e a Paróquia de Areial, pedindo indenização de R$ 370 mil. A defesa do cantor sustenta que as falas configuram intolerância religiosa, racismo religioso, injúria e ultraje religioso.

O processo também cita a Diocese de Campina Grande, responsável pela paróquia, alegando que a instituição não repreendeu publicamente o sacerdote e, portanto, teria referendado sua conduta.

Conclusão da investigação

Após ouvir várias testemunhas e examinar o conteúdo integral das declarações, a Polícia Civil concluiu que não houve crime de intolerância religiosa. Por isso, o inquérito foi encerrado sem indiciamento.

No entanto, a ação cível movida por Gilberto Gil segue em andamento na Justiça, e novas audiências devem ocorrer nos próximos meses.

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